Política

Eventual prisão de Lula depende do ritmo da Justiça; entenda

Definição ocorrerá após julgamentos no TRF-4 e no STF.

Condenado a 12 anos e um mês de prisão pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) no caso do tríplex em Guarujá (SP), o ex-presidente Lula foi derrotado também no STJ (Superior Tribunal de Justiça) ao ter negado o pedido para que não seja preso após o julgamento de um último recurso na segunda instância.

A partir de agora, a definição sobre a prisão ou não do petista depende do ritmo da Justiça. Lula tem mais dois recursos a serem analisados. Um deles, conhecido como embargos de declaração, é a última tentativa da defesa em questionar a condenação do TRF-4. O outro está no STF (Supremo Tribunal Federal) e pede que o ex-presidente possa recorrer em liberdade caso a prisão seja confirmada após análise do recurso em segunda instância. Os julgamentos de ambos os casos, porém, ainda não têm data para acontecer.

No caso do TRF-4, a tendência é que a definição não demore a acontecer, visto que o tribunal tem atuado com celeridade no caso de Lula – no STF, o julgamento do recurso não ocorre antes de maio por não ter sido incluído nas pautas de março e abril pela presidente Cármen Lúcia.

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